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sábado, 12 de junho de 2010

O Namoro do Cristão: Propósito e Compromisso


Por que namorar?
É certo que a maioria das pessoas se casa. Casar é o estado normal ordenado por Deus. Segundo a Bíblia, o celibato é exceção. Veja o texto de Mateus 19:10-12.

O casamento, segundo o plano bíblico, visa completar a personalidade dos parceiros. Há áreas que necessitam ser atendidas, a fim de que haja crescimento e amadurecimento:

(1) Espiritual – Conquanto a vida espiritual dependa diretamente do relacionamento pessoal com Deus, através da meditação e obediência às Escrituras e de uma vida de oração, é certo que duas pessoas afinadas num mesmo propósito de agradar a Deus, crescerão espiritualmente em ajuda mútua. É no casamento que marido e esposa podem conhecer os mais íntimos anelos do parceiro e, assim, envidar seus esforços no sentido de caminhar ao lado do outro na busca da vontade de Deus para si, como casal. É importante verificar o que dizem os textos bíblicos em Amós 3:3; 1 Pedro 3:7 e Mateus 18:19,20.

(2) Psicológica – Todos os indivíduos têm determinadas carências, sejam afetivas ou por necessidade de atingir suas aspirações. No casamento esta área é satisfeita quando os cônjuges promovem entre si a interação dos seus afetos. A solidão não é característica do ser humano. Todos nós ansiamos por pertencer a alguém e também por atender essa necessidade psicológica de outrem. Não é mera retórica quando Deus disse: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea" (Gênesis 2:18). O Dr. Clyde M. Narramore diz a respeito: "É uma necessidade psicológica embutida, que o próprio Deus instilou na natureza humana". (A Psicologia da Felicidade – Editora Fiel – São Paulo, 1977 – página 50).

(3) Social – Comunicação é o ato de compartilhar de alguma coisa com alguém. O ser humano, sendo gregário por natureza, não aprecia ficar só. Precisa de alguém, constantemente, para comunicar-se. O casamento é uma esfera muito própria para a comunicação, pois o marido participa da vida da esposa e vice-versa. O Dr. J. E. Giles acentua a respeito: "A esposa ou o esposo é a pessoa com quem se pode ter mais oportunidade de comunicar-se e nesta relação a comunicação chega a seu nível mais íntimo e profundo". (Bases Bíblicas de la Ética – El Paso, Texas – Casa Bautista de Publicaciones, 1969 – página 128).

(4) Biológica – Dotados de mecanismos sexuais, tanto o homem como a mulher encontram no relacionamento conjugal o atendimento correto para estas necessidades. A sexualidade é vista nas Escrituras com fins procriativos. A Bíblia dá muita ênfase ao fato de se ter filhos. Considera isso como bênçãos de Deus. Também está muito clero que a família é a célula ideal para criar filhos. Não há lugar para famílias coletivas, nem para qualquer tipo de "produção independente". Aflora, cristalinamente, o princípio básico de o lar ser formado por um homem que será o marido, por uma mulher que será a esposa, os quais terão os seus próprios filhos. É uma relação fechada, que não admite intermediação ou promiscuidade.

Outro aspecto bíblico da sexualidade é que ela atende um requisito essencial na manifestação amorosa do casal. Trata-se de uma maneira muito especial e íntima de marido e esposa expressarem o amor entre si. Consulte o texto de Provérbios 5:15-20 e todo o livro de Cantares.

São poucas as pessoas que se encaixam biblicamente no dom especial do celibato. Segundo a Bíblia, nada há de errado em ficar solteiro ou solteira. Erroneamente, a felicidade é associada ao fato de se estar casado. É perfeitamente possível ser solteiro e levar uma vida fascinante. O apóstolo Paulo define muito bem esta situação quando dá instruções sobre o assunto em 1 Coríntios 7:1-9.

Com quem namorar?
Esta pergunta já foi feita milhares de vezes por jovens encalhados. Algumas moças fazem a pergunta com certa sutiliza, como se dissessem: "Eu quero me casar, mas não vejo ninguém na minha frente... não há mais rapazes nas igrejas e os que existem são uns panacas..."

É um pergunta muito séria, que exige resposta não menos séria. Infelizmente, tem havido afrouxamento nos princípios bíblicos relacionados com o lar. O casamento espiritualmente misto tem sido uma constante em muitas famílias cristãs. Conheço todos os argumentos apresentados para tentar justificar a violação do princípio bíblico. Enfatiza-se a exceção da conversão de um cônjuge para generalizar o caso. Não parece claro a muitos jovens e até a líderes que a Bíblia afirme: "Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto, que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão da luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e o Maligno? Ou que união do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo (2 Coríntios 6:14-16).

O texto evidencia a incompatibilidade existente entre algumas expressões: justiça versus iniqüidade; luz versus trevas; Cristo versus Maligno; crente versus incrédulo; santuário de Deus versus ídolos. Mostra que essa incompatibilidade inibe a aplicação de termos vitais, como: sociedade, comunhão, harmonia, união e ligação. A questão é: se tirarmos essas expressões vitais da existência de um casal qualquer, o que sobrará?



continua.......

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